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Em reunião com AGU, Bolsonaro é aconselhado mais uma vez a desistir de pedido de impeachment de ministros do STF

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Bruno Bianco, nomeado no dia 6 de agosto, foi escolhido para substituir André Mendonça, indicado para o STF, por ser considerado habilidoso e ter conquistado a confiança do presidente quando integrava a equipe econômica.  O novo AGU também era considerado por alguns dos principais auxiliares do presidente um nome capaz de se relacionar com a Corte sem confronto.  A vontade de Bolsonaro, porém, já se impôs como um desafio ao novo AGU

BRASÍLIA — Em reunião na tarde desta quinta-feira no Palácio do Planalto, auxiliares de Jair Bolsonaro voltaram a pedir que o presidente reconsidere a intenção de pedir o impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barros, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao chegar de uma viagem a Cuiabá, Bolsonaro se reuniu com o advogado-geral da União, ministro Bruno Bianco, para discutir detalhes da medida e, mais uma vez, foi alertado dos riscos políticos de levar a decisão adiante.

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Segundo interlocutores do Planalto, Bolsonaro ouviu novamente as opiniões, mas não sinalizou disposição de retroceder.  Até a noite desta quinta-feira, ainda não estava definido se Bolsonaro vai apresentar a representação com os ministros da Corte nesta sexta-feira ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).  O presidente não mencionou o assunto em sua tranmissão semanal pela internet.

O entorno do presidente ainda segue tentando que Bolsonaro pelo menos  adie a medida, mas não estavam certos se teriam sucesso. Nesta sexta-feira, há a previsão que o presidente faça uma viagem ao interior de São Paulo.

Embora integrantes da Advocacia-Geral da União  (AGU) tenham demonstrado resistência, o texto está sendo preparado pelo órgão para que possa ser apresentado ao presidente do Senado. O documento deverá ter apenas a assinatura de Bolsonaro.

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Ao longo da semana, auxiliares tentaram demover Bolsonaro com o argumento de que a medida aumentará os embaraços políticos e jurídicos para o governo.

Foi a proposto ao presidente a ideia de que ele enviasse uma mensagem informal ao Senado pedindo a harmonia e o respeito entre os Poderes, mas ele se mostrou irredutível.  Neste momento, integrantes do Planalto consideram remota a chance de Bolsonaro desistir do pedido de impeachment.

Atrás nas intenções de votos em pesquisas eleitorais para 2022, aliados afirmam que Bolsonaro quer manter a palavra com a militância que faz ataques ao STFSegundo um importante interlocutor do Congresso, o presidente quer ficar com o argumento de que fez tudo que estava ao seu alcance, mas que o processo não avançou por inércia do presidente do Senado

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Pacheco já sinalizou que o pedido de Bolsonaro deverá ficar parado em sua gaveta. Na terça-feira, Pacheco disse que o processo de impeachment de ministros do STF “não é recomendável.” Em meio aos ataques de Bolsonaro, na quarta-feira, o presidente do Senado se reuniu com o presidente do STF, Luiz Fux, e pediu para “restabelecer o diálogo.”

Horas depois de encontrar com Pacheco, Fux também  o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, que assumiu o posto prometendo atuar como “amortecedor” em meio às crises. Ao sair do STF, Nogueira falou que acredita na retomada do diálogo . Nos bastidores, porém, o chefe da Casa Civil ainda não conseguiu uma trégua de Bolsonaro.

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Desde sábado, quando o presidente usou suas redes sociais para anunciar a intenção de representar contra os ministros do STF, políticos com acesso ao gabinete e ao WhatsApp presidencial vêm mantendo conversas com Bolsonaro sobre as consequências da medida.  Eles argumentam que o gesto de Bolsonaro pode abrir um desgaste com o comando da Casa, onde depende da aprovação de projetos considerados essenciais para a reeleição. 

PUBLICIDADE Auxiliares da área jurídica alertam que o envolvimento da AGU no pedido de impeachment pode gerar um desgaste irreversível para a instituição. Eles alegam que participação do órgão na elaboração do requerimento seria prejudicial para o próprio governo, uma vez que cabe a instituição representar a União em diversas ações que tramitam na Corte.

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Bruno Bianco, nomeado no dia 6 de agosto, foi escolhido para substituir André Mendonça, indicado para o STF, por ser considerado habilidoso e ter conquistado a confiança do presidente quando integrava a equipe econômica.  O novo AGU também era considerado por alguns dos principais auxiliares do presidente um nome capaz de se relacionar com a Corte sem confronto.  A vontade de Bolsonaro, porém, já se impôs como um desafio ao novo AGU.

O governo Bolsonaro em imagens Bolsonaro recebeu o comboio de blindados e outros veículos militares na rampa do Palácio do Planalto, acompanhado de comandantes militares e do ministro da Defesa, Braga Neto, além de ministros civis Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo – 09/08/2021 Oposição e até aliados do governo analisaram o desfile como tentativa de intimidação Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo – 09/08/2021 Bolsonaro e Ciro Nogueira juntos durante a posse do novo ministro da Casa Civil. A pasta é considerada a mais importante do Executivo e concentra todas as nomeações da máquina pública. Caberá ao novo ministro azeitar a relação com o Congresso e tentar mitigar os danos provocados pela CPI da Covid no Senado Foto: Adriano Machado / Reuters Ex-ministro da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos, dá lugar ao senador do PP Ciro Nogueira no posto. Com a nomeação, Bolsonaro alçou um dos principais líderes do Centrão ao espaço mais nobre já ocupado por esse bloco nesta e em outras gestões no Planalto Foto: Reprodução: Twitter @MinLuizRamos – 27/07/2021 O servidor Luis Ricardo Miranda denunciou suspostas irregularidades envolvendo a compra da vacina indiana Covaxin. A reação do governo Bolsonaro foi mandar PF e CGU investigarem servidor – ao invés de investigar a denúncia Foto: Acervo pessoal Pular PUBLICIDADE Manifestantes exibem cartazes representando o presidente brasileiro com a frase "A cepa Bolsonaro, perigo mundial", em frente à embaixada do Brasil em Buenos Aires, Argentina. Brasil ultrapassou a marca de 360 mil mortos pela Covid-19 Foto: AGUSTIN MARCARIAN / REUTERS – 14/04/2021 Quarto ministro da Saúde do governo, o médico Marcelo Queiroga. Pressionado pelo centrão, depois da repercussão do discurso de Lula, após decisão de Fachin de anular condenações em Curitiba, Bolsonaro fez mais uma troca no comando da pasta em meio à crise da Covid-19 Foto: EVARISTO SA / AFP – 15/03/2021 Depois de discursar ao lado de ministros em novo tom, usando máscara e a favor da vacina, o presidente Jair Bolsonaro apareceu em live, no dia seguinte, com um globo terrestre à mesa. O terraplanismo é uma das ideias difundidas pelo guru do presidente, Olavo de Carvalho Foto: Reprodução – 11/03/2021 Quatro horas do discurso do ex-presidente Lula, após ter condenações anuladas pelo ministro do STF Edson Fachin, Bolsonaro e ministros que costumavam aparecer em público sem máscara, usam acessório de proteção durante cerimônia oficial para assinar leis para facilitar a aquisição de vacinas. O evento no Palácio do Planalto, que já estava programado, foi antecipado Foto: UESLEI MARCELINO / Reuters – 10/03/2021 Mesmo depois de adotar um discurso pró-vacina, presidente brasileiro Jair Bolsonaro continuou com o comportamento negacionista, sem usar máscara de proteção e se aglomerando para falar com apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília Foto: Evaristo Sá / AFP – 31/03/2021 Pular PUBLICIDADE Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) entrega o celular para que Rodrigo Pacheco converse com o presidente, após ser eleito presidente do Senado com apoio do governo e do PT Foto: Agência O Globo – 01/02/2021 Deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) passa o telefone para o recém-eleito presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Na tela do aparelho lê-se "JB OUT/2020". A eleição de Lira foi um alívio para o presidente que coleciona pedidos de impeachment que não entraram na pauta. Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo – 01/02/2021 Um manifestante agita uma bandeira em que se lê "Fora" durante um protesto contra o presidente Jair Bolsonaro e sua gestão da crise da Covid-19 Foto: UESLEI MARCELINO / REUTERS Jair Bolsonaro durante reunião na qual telefonou para o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu: sem máscara ou distanciamento, em ambiente fechado Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República – 12/02/2021 Com seu negacionismo, Bolsonaro transformou aparições públicas em cenas de campanha pré-pandemia, com abraços e beijos indiscriminados diante de aglomeração de apoiadores Foto: Alan Santos / PR – 30/12/2020 Pular PUBLICIDADE O presidente Jair Bolsonaro utilizou a máscara contra a Covid (obrigatória para as eleições) apenas ao votar na seção da Escola municipal da Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio Foto: Reuters – 15/11/2020 Jair Bolsonaro, na Solenidade do Dia da Pátria, no Palácio da Alvorada, cumprimentou apoiadores sem usar máscara Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo – 07/09/2020 Jair Bolsonaro exibe caixa de cloroquina, medicamento sem eficácia comprovada contra a Covid-19, durante a posse de Eduardo Pazuello que foi efetivado como ministro da Saúde depois de quatro meses como interino. Pazuello Foto: Agência O Globo – 16/09/2020 O general Eduardo Pazuello assumiu interinamente o Ministério da Saúde em 15 de maio de 2020, após o médico Nelson Teich, segundo a liderar a pasta durante a pandemia de Covid-19, pedir para sair pouco antes de completar um mês no cargo. Pazuello era secretário executivo do ministério da Saúde Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo Para substituir o médico Luiz Henrique Mandetta no Ministério da Saúde, Jair Bolsonaro anunciou outro médico, Nelson Teich, que pediu demissão com menos de um mês no cargo. O motivo: Bolsonaro pressionou Teich para ampliar o uso de cloroquina Foto: Jorge William / Agência O Globo – 16/04/2020 Pular PUBLICIDADE O então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, entrou em rota de colisão com o governo quando o presidente tentou interferir na Polícia Federal e acabou sendo demitido em abril de 2020, pouco depois do primeiro ministro da Saúde a deixar o cargo, Luiz Henrique Mandetta Foto: Adriano Machado / Reuters Manifestantes participam de panelaço durante pronunciamento do presidente Jair Bolonaro na TV. A cena ser repete a cada pronunciamento em rede nacional durante a pandemia. A mudança de tom do negacionismo ao pró-vacina não mudou a reação da população Foto: PILAR OLIVARES / REUTERS – 24/03/2019 O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que rompeu com Bolsonaro em junho de 2020, anunciou a primeira vacina Foto: HANDOUT / AFP Rotina. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, se reúne com apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada, em meio ao surto de Covid-19 Foto: Ueslei Marcelino / Reuters – 02/04/2020 A primeira entrevista coletiva de Jair Bolsonaro na pandemia foi marcada pelo tom negacionista. Reduziu o perigo da ciência, convocou apoiadores e incentivou aglomerações, indo contra o próprio Ministério da Sáude Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo – 18/03/2020 Pular PUBLICIDADE Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta seus apoiadores durante manifestação em Brasília. Ele deveria estar em isolamento social por ter tido contato com pelo menos 10 membros de sua equipe Foto: SERGIO LIMA / AFP – 15/03/2020 Enquanto o mundo entrava em lockdown para conter a pandemia, Bolsonaro incentivava aglomeração e fazia corpo a corpo com apoiadores. No começo da pandemia, ele teve contato com pelo menos 10 membros da comitiva com os pirmeiros membros do governo a serem diagnosticado com Covid-19 Foto: SERGIO LIMA / AFP – 15/03/2020 Bolsonaro defendeu o uso de cloroquina em lives, remédio sem qualquer comprovação científica no tratamento da Covid-19 Foto: Reprodução “Você é um otário”, disse Bolsonaro a um repórter após ser questionado, durante cerimônia em Ipatinga (MG), em agosto de 2020, sobre os motivos que levaram a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a receber depósitos de Queiroz e da mulher dele, Márcia Foto: Marcos Correa / PR “Vontade de encher a tua boca na porrada”. Bolsonaro reagiu com a frase depois que repórter do GLOBO perguntou sobre sobre os depósitos. Presidente, que se encontrava em frente à Catedral Metropolitana de Brasília quando foi questionado sobre o fato, completou xingando o o repórter de “safado” Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE “Não tenho que conversar com vocês”. A resposta do presidente, em janeiro de 2020, foi motivada durante uma entrevista sobre ser favorável ou não à concessão de subsídio para a conta de luz de templos religiosos. Bolsonaro encerrou a conversa depois de indagado se o teria orientado o ex-assessor de Flávio a faltar um depoimento, sobre o caso Queiroz, marcado no Ministério Público do Rio de Janeiro Foto: Jorge William / Agência O Globo Bolsonaro passou por nova cirurgia, agora de correção de hérnia Foto: Reprodução Bolsonaro recebe a benção do bispo Edir Macedo durante visita visita ao Templo de Salomão, em São Paulo Foto: Terceiro / Reprodução de vídeo Bolsonaro vai à rede nacional de TV defender que queimadas na Floresta Amazônica não sejam pretexto para sanções ao Brasil Foto: Carolina Antunes / PR / 23/08/2019 Manifestação, em São Paulo, contra queimadas e desmatamento na Amazônia, que motivaram protestos em diversos países do mundo Foto: NELSON ALMEIDA / AFP / 23/08/2019 Pular PUBLICIDADE Bolsonaro monta a cavalo na 64ª Festa de Peão Boiadeiro de Barretos, no interior paulista. O presidente assinou decreto que estabelece padrões de bem-estar para animais utilizados em festas de rodeio Foto: Marcos Corrêa / PR / 17/08/2019 Vestindo colete à prova de balas, Bolsonaro participa de culto na Igreja Apostólica Fonte da Vida Foto: Jorge William / Agência O Globo / 04/08/2019 Bolsonaro desmarca reunião com o chanceler da França e vai cortar o cabelo Foto: Reprodução Parentes de Jair Bolsonaro usaram um helicóptero da Presidência da República para ir ao casamento do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, com a psicóloga Heloísa Wolf, no dia 25 de maio. Sobrinho de Bolsonaro, Osvaldo Bolsonaro Campos, divulgou vídeo nas redes sociais em que mostra o grupo com trajes de festa a caminho do casamento de Eduardo em Santa Teresa, no centro do Rio Foto: Picasa / Reprodução Donald Trump, Eduardo Bolsonaro e Jair Bolsonaro durante a reunião da cúpula do G-20, em Osaka, no Japão Foto: Reprodução / Twitter Pular PUBLICIDADE O governador de São Paulo, João Doria, e o presidente Jair Bolsonaro fazendo flexão na cerimônia de assinatura de Termo de Compromisso entre a CAIXA e o Comitê Paralímpico Brasileiro, em junho. Os dois têm trocado farpas pela imprensa – 19/06/2019 Foto: Gilberto Marques / Governo de São Paulo No dia 15 de maio, população foi às ruas de todo o país para protestar contra o corte de verbas na educação. Esta foi a primeira grande manifestação popular contra medidas do governo Bolsonaro Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Em Dallas, nos EUA, para receber uma homenagem da Câmara de Comércio BrasilEUA, Bolsonaro chamou os manifestantes de 'idiotas úteis'. Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República -15/05/2019 O presidente assina decreto que flexibiliza as regras para posse e porte de armas Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo – 07/05/2019 Bolsonaro assina, em 25 de abril, o decreto que revoga o horário de verão no Brasil Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República Pular PUBLICIDADE Em 30 de março, Bolsonaro viajou para Israel, onde quebrou o protocolo e visitou o Muro das Lamentações, onde reza com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu Foto: POOL / REUTERS No fim de março, após determinar que as Forças Armadas comemorassem o golpe militar de 1964, que completou 55 anos, Bolsonaro voltou atrás e disse que a ordem foi para "rememorar" e "rever o que está certo e o que está errado" no período. A declaração gerou protestos, notas de repúdios de instituições brasileiras e também de um dos relatores especiais da ONU Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo Em março, Bolsonaro foi aos EUA para se aproximar de Donald Trump; tratava-se da primeira visita oficial do novo presidente Foto: Kevin Lamarque / Reuters Em 17 de março, Bolsonaro foi recebido por manifestantes na Casa Branca Foto: Eric Baradat / AFP Ainda em março, Bolsonaro foi ao Chile, onde se reuniu com o presidente Sebastián Piñera e comparou Rodrigo Maia com uma “namorada” que quer ir embora. Ele disse ainda que “tem político que não quer largar a velha política” Foto: RODRIGO GARRIDO / REUTERS Pular PUBLICIDADE No Chile, Bolsonaro também foi recebido com protestos por opositores de Piñera Foto: Martin Bernetti / AFP Ao chegar à Câmara para entregar a proposta de reforma da Previdência, Bolsonaro foi recebido sob protesto de parlamentares da oposição, que vestiam avental laranja e carregavam a fruta, em referência às denúncias sobre o uso de candidatos laranjas pelo PSL e ao Caso Queiroz, envolvendo o senador Flávio Bolsonaro Foto: Adriano Machado / Reuters Em 15 de fevereiro, dois dias após receber alta do hospital, o presidente recebeu no Palácio da Alvorada — de chinelos, calça esportiva, camiseta do Palmeiras e blazer — ministros e assessores para debater a reforma da Previdência Foto: Reprodução Entre o fim de janeiro e a primeira quinzena de fevereiro, Bolsonaro ficou 17 dias internado no hospital Albert Eintein, em São Paulo, para retirar a bolsa de colostomia que usava desde que sofreu o atentado a faca em setembro Foto: Reuters Após a tragédia que deixou Brumadinho (MG) sob a lama em 25 de janeiro, Bolsonaro sobrevoou o município para observar os estragos deixados pelo rompimento da barragem da Vale e destacou a necessidade de 'cobrar justiça' Foto: Divulgação / Isac Nóbrega/PR Pular PUBLICIDADE Em 21 de janeiro, Bolsonaro chegou a Davos, na Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial, sua primeira agenda no exterior. O presidente fez um discurso vago, com promessas econômicas liberais e cancelou uma entrevista coletiva Foto: Arnd Wiegmann / Reuters Em 15 de janeiro, Bolsonaro assina seu primeiro decreto: registro, posse e comercialização de armas de fogo Foto: Jorge William / Agência O Globo Bolsonaro deu posse a 22 ministros, entre eles sete militares com características conservadoras Foto: Alan Santos / Alan Santos/PR Na cerimônia de posse, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, chamou a atenção ao fazer um discurso em libras no parlatório, antes de Bolsonaro Foto: Jorge William / Agência O Globo Após ser eleito com 57.797.847 votos, Jair Bolsonaro recebeu a faixa presidencial de Michel Temer em 1º de janeiro Foto: Evaristo Sá / AFP