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Nuno Melo avança para a liderança e quer trazer desencantados e independentes para ajudar partido

“O CDS faz falta a PortugalTempo de Reconstruir”. Este é o lema com que Nuno Melo se lança, amanhã, na sede nacional do partido, no Largo do Caldas, em Lisboa, na candidatura à liderança do CDS. O DN sabe que o eurodeputado quer trazer para o combate político alguns desencantados do partido, que estiveram arredados das atividades partidárias, como Celeste Cardona, e independentes que se identificam com os ideais democratas-cristãos

Ainda não será amanhã no lançamento oficial da candidatura que Nuno Melo irá revelar os nomes com que “quer revitalizar” o CDS, depois do desaire monumental que teve nas legislativas de 30 de janeiro e que ditaram o afastamento do partido da Assembleia da República. Isto se não eleger nenhum deputado pelo círculo da Europa, onde se vão repetir eleições nos dias 12 e 13 de março, o que é pouco provável

As figuras que o eurodeputado centrista quer convidar a ajudar o CDS a criar um novo élan político serão provenientes de várias áreas de atividade. “Serão pessoas conhecidas que ajudarão o partido a recuperar a sua credibilidade”, diz fonte centrista ao DN. Pessoas ligadas à saúde, empresas, bancos e outras áreas da sociedade civil

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“O CDS faz falta a PortugalTempo de Reconstruir”. Este é o lema com que Nuno Melo se lança, amanhã, na sede nacional do partido, no Largo do Caldas, em Lisboa, na candidatura à liderança do CDS. O DN sabe que o eurodeputado quer trazer para o combate político alguns desencantados do partido, que estiveram arredados das atividades partidárias, como Celeste Cardona, e independentes que se identificam com os ideais democratas-cristãos

Ainda não será amanhã no lançamento oficial da candidatura que Nuno Melo irá revelar os nomes com que “quer revitalizar” o CDS, depois do desaire monumental que teve nas legislativas de 30 de janeiro e que ditaram o afastamento do partido da Assembleia da República. Isto se não eleger nenhum deputado pelo círculo da Europa, onde se vão repetir eleições nos dias 12 e 13 de março, o que é pouco provável

As figuras que o eurodeputado centrista quer convidar a ajudar o CDS a criar um novo élan político serão provenientes de várias áreas de atividade. “Serão pessoas conhecidas que ajudarão o partido a recuperar a sua credibilidade”, diz fonte centrista ao DN. Pessoas ligadas à saúde, empresas, bancos e outras áreas da sociedade civil

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Subscrever Numa mensagem no Facebook, publicada na terça-feira passada, Nuno Melo justificou já parte das razões porque arrisca uma candidatura à liderança no pior momento da história do partido nos seus 47 anos de vida. “O CDS é uma parcela da minha identidade. Dediquei-lhe grande parte da minha vida. Consegui vitórias e um ou outro desaire, porque em democracia os resultados nunca são definitivos. Mas para o que importa, jamais desisti.”

Assume ainda que “o CDS atravessa o pior momento dos seus mais de 47 anos de história”, acrescentando que “pelo legado, pelo que representa” é um partido que, mesmo tendo agora ficado fora da Assembleia da República, “faz tanta falta a Portugal“. “Capitular não é sequer opção”, frisou

“O CDS é uma parcela da minha identidade. Dediquei-lhe grande parte da minha vida. Consegui vitórias e um ou outro desaire, porque em democracia os resultados nunca são definitivos. Mas para o que importa, jamais desisti.”

Nuno Melo afirma ter consciência de que presidir aos destinos do partido num futuro próximo será um desafio “carregado de obstáculos”. “Mas sei que do meu lado estarão milhares de militantes e simpatizantes que nunca saíram, e muitos outros que tendo tido diferentes decisões eleitorais por circunstâncias de conjuntura, querem voltar”. “Em conjunto, acredito, devolveremos o CDS ao Parlamento e ao lugar que justifica na nossa democracia. Encontraremos motivação, precisamente nas razões opostas àquelas que levaram outros ao pessimismo inevitável e a deitar a toalha ao chão”, escreveu

Tem apoios no partido de toda a ala próxima de Paulo Portas, entre os quais de Telmo Correia, Cecília Meireles, Nuno Magalhães, Luís Queiró, Diogo Feio e João Almeida

Na passada sexta-feira, o Conselho Nacional do partido marcou o Congresso para 2 e 3 de abril, em local ainda a definir. E alterou alterou o prazo limite para a entrega de moções globais, que têm de ser apresentadas até 15 de março. A eleição dos delegados concelhios e regionais decorre no dia 12 de março de 2022, entre as 16.00 e as 20.00, por escrutínio secreto e em listas plurinominais nas respetivas Assembleias Concelhias, Conselhos ou Comissões Diretivas Regionais, devendo as candidaturas ser apresentadas até dez dias antes do ato eleitoral

O 29.º Congresso do CDS vai eleger o sucessor de Francisco Rodrigues dos Santos, que se demitiu da presidência e não irá recandidatar-se. O partido obteve 1,6% dos votos e pela primeira vez desde o 25 de Abril de 1974 ficou sem representação parlamentar, depois de na última legislatura ter uma bancada de cinco deputados

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